Confira a lista com todos os projetos e proposições aprovados na sessão ordinária desta quinta-feira (24) - Câmara Municipal de Blumenau

Confira a lista com todos os projetos e proposições aprovados na sessão ordinária desta quinta-feira (24) – Câmara Municipal de Blumenau

Confira a lista com todos os projetos e proposições aprovados na sessão ordinária desta quinta-feira (24)

24 DE Setembro DE 2026

  • Sessões Ordinárias
  • Matéria votada em plenário
  • 2026
  • Projetos aprovados em segunda votação

    Projeto de Lei 9579/2026, de autoria da Vereadora Silmara
    Silva Miguel, que “DECLARA COMO UTILIDADE PÚBLICA A ASSOCIAÇÃO DE
    FIBROMIALGIA E AMIGOS DE BLUMENAU – AFABLU.”

     

    Projeto de Lei 9561/2026, de autoria do Vereador Rodrigo
    Emanuel Marchetti, que “INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE SEGURANÇA ESCOLAR
    NO ÂMBITO DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO, COM DIRETRIZES PARA A PREVENÇÃO
    DA ENTRADA DE ARMAS E OBJETOS QUE POSSAM COLOCAR EM RISCO A INTEGRIDADE DA
    COMUNIDADE ESCOLAR.” bem como sua Emenda.

     

    Projeto aprovado em redação final

    Projeto de Lei 9574/2026, de autoria da Vereadora Cristiane
    Loureiro, que “INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE PRÁTICAS RESTAURATIVAS E
    CULTURA DE PAZ NO AMBIENTE ESCOLAR.”

     

    Atas aprovadas

    Atas das Reuniões Ordinárias e Extraordinária realizadas até
    o dia 17 de Setembro de 2026.

     

    Relatório aprovado em única votação

    “RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO LEGISLATIVA TEMPORÁRIA
    ESPECIAL DE ACOMPANHAMENTO das OBRAS NA BARRAGEM DE JOSÉ BOITEUX”.

     

    Cessão do Plenário aprovada em única votação

    Cessão do Plenário à Escola do Legislativo Fritz Müller no
    dia 30/10, das 13h às 17h, para a realização do Aulão de Oratória; e no dia
    11/11, das 18h às 22h, para o encerramento do Projeto Setembro da Paz.”

     

    REQUERIMENTOS

    VEREADOR Adriano Pereira:

     

    Requerimento Nº 1944/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Quando será realizada a reforma da ponte para pedestres localizada na Rua
    Hermann Kratz, na altura do nº 1.505, que liga essa via à Rua Firmina Gonçalves
    da Silva? Justificativa: a referida ponte oferece um grande risco aos pedestres
    e às crianças que passam por ali todos os dias. ”

     

    Requerimento Nº 1945/2026, “providências à TIM S.A., Telefônica Brasil S.A.
    (Vivo), Claro S.A., Oi S.A. (para avaliação de eventual infraestrutura
    legada/compartilhada), para que avaliem e providenciem a implantação de
    infraestrutura de telefonia móvel (torres/ERBs e/ou small cells) apta a
    garantir cobertura e capacidade adequadas ao longo da Rua Rudolfo Walter,
    Bairro Itoupava Central, Blumenau/SC, inclusive em seus entornos e vias
    transversais, observadas as normas técnicas, urbanísticas e ambientais. C/c:
    ANATEL – Gerência Regional em SC | Prefeitura de Blumenau – Secretaria
    Municipal de Planejamento Urbano (para ciência quanto a licenciamento urbano).
    Justificativa: Baixa cobertura e instabilidade de sinal reportadas por
    moradores, comerciantes e trabalhadores locais, com quedas de ligação e dados
    móveis insuficientes para atividades essenciais. Segurança e saúde pública:
    falhas de conectividade prejudicam o acionamento de serviços de emergência
    (SAMU, Bombeiros e Polícia) e a difusão de alertas oficiais. Desenvolvimento
    econômico e educacional: a região está em expansão, com demanda crescente por
    conectividade para negócios, serviços, ensino e teleatendimento. Marco legal e
    diretrizes públicas: a Lei nº 13.116/2015 (Lei Geral de Antenas) estimula a
    ampliação e o compartilhamento de infraestrutura, conferindo interesse público
    à melhoria da cobertura, sem prejuízo do licenciamento municipal competente.
    Requer-se às operadoras: a) Estudo técnico de cobertura (mapas de sinal, níveis
    de RSSI/RSRP/RSRQ/SINR e capacidade de tráfego) na Rua Rudolfo Walter e
    adjacências; b) Plano de ação com alternativas de implantação (torre/ERB,
    rooftops, postes compartilhados, small cells), cronograma estimado e previsão
    de entrada em operação; c) Avaliação de compartilhamento de infraestrutura
    entre operadoras e com estruturas existentes, conforme diretrizes da ANATEL e
    da Lei 13.116/2015; d) Indicação dos pontos propostos (endereços
    aproximados/coord. geográficas) e necessidades de licenciamento; e) Canal de
    contato técnico para acompanhamento pelo gabinete e pelos órgãos municipais.
    Prazos: Solicita-se resposta inicial em até 30 (trinta) dias corridos, com o
    relatório de cobertura e o plano de ação. Caso já exista projeto em andamento,
    requer-se o envio do número do processo, fase atual e prazo para conclusão.”

     

    VEREADOR Almir Vieira:

    Requerimento Nº 1927/2026, “providências ao Executivo Municipal/SEPLAN para
    que, na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de
    informação: Há possibilidade de implantação de sinalização específica de carga
    e descarga, com a instalação de placa que regulamente o espaço destinado a essa
    finalidade na Rua Imaruí, próximo ao número 61? A presente solicitação tem como
    objetivo verificar a possibilidade de implantação de sinalização adequada no
    local, considerando a necessidade de utilização do espaço para carga e descarga
    durante a semana. Atualmente, mesmo com a existência de um aviso no portão e a
    utilização de cones, outros veículos acabam estacionando no local, dificultando
    o acesso dos caminhões. Obs.1: mais informações com o Gabinete do Vereador
    Almir Vieira ou com a assessoria pelo telefone 3231-1519. Obs.2: imagem
    anexa.”

     

    Requerimento Nº 1929/2026, “providências à CELESC para que, na forma e
    dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação: Existe
    previsão para a realização da poda das árvores localizadas na Rua Eclair
    Martins da Silva, próximo ao nº 223, no bairro Fortaleza, especialmente as
    árvores situadas no lado direito da via? A poda é necessária, pois os galhos
    das árvores estão em contato ou muito próximos da fiação elétrica, podendo
    ocasionar danos à rede, interrupções no fornecimento de energia e representar
    riscos à segurança de pedestres, moradores e demais pessoas que circulam pelo
    local. Caso a resposta seja positiva, solicita-se a informação da data prevista
    para a execução do serviço. Caso a resposta seja negativa, solicita-se que seja
    reavaliada a possibilidade de inclusão da poda no cronograma de manutenção,
    considerando a proximidade dos galhos com a fiação e os possíveis riscos à
    segurança no local. Obs.: para mais informações, favor contatar o Gabinete do
    Vereador Almir Vieira ou sua assessoria pelo telefone 3231-1519. “

     

    Requerimento Nº 1930/2026, “providências ao Executivo Municipal/SESUR para
    que, na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de
    informação: Existe previsão para a realização de reforma e manutenção da
    academia ao ar livre localizada no entorno do Terminal de Ônibus Itoupava–
    Terminal Urbano Ricardo Hertel, no bairro Itoupava Central, considerando o
    desgaste apresentado pelos aparelhos? Em caso de resposta positiva, informar o
    prazo previsto para a realização dos serviços; em caso de resposta negativa,
    justificar o motivo que impede a execução da reforma e manutenção. Os aparelhos
    da academia ao ar livre apresentam sinais de desgaste e necessitam de
    manutenção e reforma, visando garantir condições adequadas de uso e maior
    segurança aos munícipes que utilizam o espaço para atividades físicas. Obs. 1:
    mais informações com o Gabinete do Vereador Almir Vieira ou com a assessoria
    pelo telefone 3231-1519. Obs. 2: imagens anexas. ”

     

    Requerimento Nº 1931/2026, “providências ao Executivo Municipal/SEPLAN para
    que, na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de
    informação: Existe estudo para a implantação de placa de “Proibido Estacionar”
    no lado esquerdo da Rua Cláudia Sievert, localizada no bairro Itoupava Norte? A
    medida tem como objetivo melhorar a circulação e o acesso aos imóveis,
    considerando que o estacionamento em ambos os lados da via tem dificultado o
    trânsito e exigido diversas manobras para entrada e saída dos moradores,
    comprometendo a segurança e a fluidez do tráfego. A implantação da sinalização
    no lado esquerdo contribuirá para melhor organização do estacionamento e maior
    segurança aos usuários da via. Caso a resposta seja positiva, solicita-se a
    informação do cronograma previsto para a implantação da referida sinalização.
    Em caso de resposta negativa, requer-se a apresentação das justificativas
    técnicas que inviabilizam a adoção da medida neste momento. Obs.: Mais
    informações com o Gabinete do Vereador Almir Vieira ou com a assessoria pelo
    telefone 3231-1519. ”

     

    Requerimento Nº 1932/2026, “providências ao Executivo Municipal/SEPLAN para
    que, na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de
    informação: Há previsão ou projeto para a instalação de um guard rail na Rua
    Progresso, em frente ao nº 457, no bairro Progresso? A instalação de um guard
    rail no local é uma medida necessária para garantir maior segurança aos
    pedestres e motoristas que transitam pela via, especialmente em razão do fluxo
    de veículos e da proximidade entre a pista e as áreas de circulação. A
    implantação da barreira de proteção contribuirá para a prevenção de acidentes e
    para a preservação da integridade física de todos que utilizam o local. Em caso
    de resposta positiva, este Vereador solicita a gentileza de informar o prazo
    previsto para a instalação do guard rail no citado local. Em caso de resposta
    negativa, solicita informações que justifiquem a impossibilidade de atender a
    esse pedido. Obs.1: mais informações com o Gabinete do Vereador Almir Vieira ou
    com a assessoria pelo telefone 3231-1519. Obs. 2: imagem anexa. “

     

    VEREADOR Bruno Winzewski:

    Requerimento Nº 1946/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Considerando que, na noite de 11 de setembro de 2026, aparelhos celulares em
    Blumenau receberam mensagem classificada como “Alerta extremo”, no seguinte
    teor aproximado: “Defesa Civil: ALERTABLU — ALERTA MÁXIMO: Nível do rio em
    elevação em BNU. Previsão p/ que chegue a 9 m às 02h (12/09). Enchente
    prevista. Prepare-se! Emerg 199/193” O registro fotográfico do disparo indica
    horário de 20h39. No mesmo ciclo hidrológico, o sítio oficial da Defesa Civil
    publicou, à 00h20 de 12/09/2026, previsão hidrológica distinta: pico de 7,80 m
    às 06h. A série observada na régua da Ponte Adolfo Konder registrou pico de
    7,86 m entre 05h e 06h de 12/09/2026, com 7,65 m às 02h — hora originalmente
    anunciada para os 9,00 m. A diferença entre o alerta extremo e o observado é de
    1,14 m no pico e de 1,35 m na hora anunciada, com defasagem de três a quatro
    horas no horário do máximo. Em Blumenau, a cota usual de início de enchente do
    Itajaí-Açu é 8,00 m. O rio não atingiu essa marca. A previsão das 00h20, por
    outro lado, errou cerca de seis centímetros e acertou a janela do pico. Não se
    trata, portanto, de colapso generalizado do AlertaBlu. Trata-se de divergência
    grave entre o produto de maior visibilidade e rigor — o alerta extremo — e a
    evolução real do rio, agravada pela ausência, no mesmo canal, de mensagem de
    revisão quando o modelo já apontava pico inferior a 8 m. Esse tipo de erro
    compromete o plano de contingência, gera custo público e privado de mobilização
    e desgasta o ativo mais valioso construído pelo Município desde 1984: a
    confiança da população no número oficial. O contexto climático torna a apuração
    inadiável. O El Niño de 2026 está configurado, com elevada probabilidade de
    intensidade muito forte na primavera e no verão de 2026–2027 e com previsão de
    chuva acima da média em Santa Catarina. Outros eventos virão. Se o canal de
    alerta extremo perder credibilidade agora, o prejuízo se materializa nas
    próximas cheias — não apenas nesta. Questionamentos Solicita-se resposta
    numerada, na mesma ordem, sem agrupar itens de natureza distinta. Onde a
    informação não existir, que se declare expressamente a inexistência e o
    responsável pela lacuna. Fatos, linha do tempo e canais 1. Qual foi o horário
    exato da primeira previsão de 9,00 m às 02h de 12/09/2026 e em quais canais ela
    foi divulgada (sítio, aplicativo AlertaBlu, redes sociais institucionais,
    grupos oficiais, rádio e televisão, cell broadcast / Defesa Civil Alerta)? 2. A
    mensagem de “Alerta extremo” recebida pela população foi emitida pelo sistema
    nacional Defesa Civil Alerta, por disparo municipal ou por ambos? Quem é o
    operador responsável em cada caso? 3. Quais foram todas as previsões
    hidrológicas emitidas entre 12h de 11/09/2026 e 08h de 12/09/2026, com hora da
    emissão, pico previsto, hora prevista do pico e nível observado no instante da
    emissão? Solicita-se a tabela completa. 4. Em que momento o modelo passou a
    projetar pico inferior a 8,00 m? A revisão publicada às 00h20 no sítio foi
    republicada no cell broadcast, no aplicativo e nas redes institucionais? 5.
    Existe protocolo escrito de cancelamento ou rebaixamento de alerta extremo? Foi
    acionado neste evento? Em caso negativo, por qual motivo? 6. Qual era o nível
    observado do rio no instante exato do disparo do alerta de 9,00 m? 7. A
    classificação “alerta máximo” no aplicativo estava atrelada à previsão de 9,00
    m ou ao nível já medido? Quais são, em 2026, os limiares oficiais em metros de
    Observação, Atenção, Alerta e Alerta Máximo, para rio, chuva e deslizamento,
    por região da cidade? 8. A cota oficial de início de enchente do Itajaí-Açu
    permanece em 8,00 m na Ponte Adolfo Konder? Com pico de 7,86 m, o Município
    entrou ou não em situação de enchente para fins do plano de contingência?
    Modelo hidrológico e margem de erro 9. Qual modelo gerou a cota de 9,00 m: o
    herdado do CEOPS/FURB (correlação ou ARMAX com estações de montante), modelo
    chuva-vazão próprio do AlertaBlu, cenário de pior caso ou combinação desses métodos?
    10. Qual a antecedência nominal declarada pelo Município para a previsão de
    nível (até seis horas)? O alerta de 9,00 m às 02h, disparado por volta das
    20h39, estava dentro desse desenho operacional? 11. Quais estações de nível e
    de chuva alimentaram a rodada que gerou os 9,00 m? Houve falha, atraso, dado
    interpolado ou estação fora de operação em algum ponto da bacia? 12. Qual foi a
    chuva prevista versus a chuva observada no Alto, Médio e Baixo Vale, em
    intervalos de uma e de três horas, entre 00h de 11/09 e 06h de 12/09?
    Solicita-se tabela por estação (Taió, Ituporanga, Rio do Sul, Ibirama, Apiúna,
    Timbó, Indaial, Blumenau e afluentes relevantes). 13. O desvio de 1,14 m
    originou-se sobretudo da meteorologia (chuva prevista que não se confirmou na área
    contribuidora) ou da hidrologia (a chuva ocorreu, mas a onda de cheia não se
    formou como o modelo previa)? 14. Qual era o intervalo de incerteza da previsão
    das 20h (por exemplo, 7,5 m a 9,5 m)? Esse intervalo foi comunicado à
    população? Por que o alerta extremo utilizou apenas o teto da envelope? 15.
    Existe verificação operacional sistemática (erro médio, viés, acerto de pico e
    de horário) desde que a Prefeitura assumiu a previsão do rio? Solicita-se a
    série de erro de pico de todos os eventos com nível igual ou superior a 6,00 m
    desde 2022. 16. A Secretaria considera o desvio de 1,14 m no pico e de 1,35 m
    na hora anunciada compatível com a margem histórica do CEOPS e do AlertaBlu?
    Qual era, antes deste evento, a margem interna aceitável, em centímetros? 17. O
    protocolo atual institucionaliza o viés deliberado “para cima” (prática
    relatada por técnicos do antigo CEOPS, da ordem de 30 a 50 cm)? De quantos
    centímetros? Quem autoriza o uso do cenário pessimista no aviso à população e
    no cell broadcast? 18. A previsão das 00h (7,80 m às 06h) utilizou o mesmo
    modelo da previsão de 9,00 m? Se sim, o que mudou nas entradas em
    aproximadamente quatro horas? Se não, por que o alerta extremo não aguardou a
    rodada das 00h? Barragens e operação da bacia 19. Qual era a cota, o volume
    útil e o número de comportas abertas ou fechadas das barragens Norte (José
    Boiteux), Sul (Ituporanga) e Oeste (Taió) às 18h e às 21h de 11/09 e à 00h, 03h
    e 06h de 12/09? 20. A rodada que gerou 9,00 m assumiu vertimento ou retenção
    nas três barragens? O que efetivamente ocorreu? 21. Houve alteração de operação
    das barragens depois do alerta de 9,00 m capaz de reduzir o pico em Blumenau?
    Isso foi comunicado em tempo real no AlertaBlu? 22. Os dados de barragem usados
    no modelo são telemetria ao vivo, leitura com atraso ou informação
    verbal/telefônica? 23. Em que medida o desvio de 1,14 m pode ser explicado por
    retenção maior do que a prevista na Barragem Norte, estrutura de maior efeito
    histórico sobre o pico em Blumenau? 24. A Defesa Civil do Estado, operadora das
    barragens, e a Defesa Civil Municipal trocaram boletins na noite de 11/09 e na
    madrugada de 12/09? Solicita-se cópia dos registros. Rede de monitoramento e
    qualidade do dado 25. Todas as estações pluviométricas municipais, a estação meteorológica
    e a estação hidrológica estavam operacionais na noite de 11/09? Houve falha de
    transmissão, energia ou sensor? 26. A atualização de dados a cada cinco
    minutos, anunciada em 2026, estava ativa? O modelo hidrológico consome o dado
    de cinco minutos ou agrega em outra escala? 27. A régua da Ponte Adolfo Konder
    e o sensor automático coincidiram ao longo da madrugada? Qual a diferença
    máxima observada? 28. Houve inconsistência entre a rede municipal e as redes
    estadual e da ANA na bacia do Itajaí-Açu neste evento? 29. O ambiente
    computacional (cluster) da Diretoria de Meteorologia estava em operação plena?
    Houve rodada atrasada, interrompida ou reprocessada? Comunicação de risco e
    alerta extremo 30. Quem assina o disparo de alerta extremo: meteorologista de
    plantão, diretor de meteorologia, secretário ou regra automática de software?
    31. Qual o critério escrito para emprego da expressão “enchente prevista” no
    cell broadcast? A expressão depende de 9 m previstos, de 8 m já certos ou de
    outro limiar? 32. Por que um produto sujeito a incerteza hidrológica foi
    veiculado no canal de alerta extremo, concebido para alta confiança e urgência
    imediata, inclusive com som de sirene em aparelho no modo silencioso? 33.
    Quantos aparelhos receberam o alerta em Blumenau? O polígono alcançou
    municípios vizinhos? Houve disparo fora da área cuja cota de inundação
    corresponderia a 9,00 m? 34. Após as 00h20, com pico previsto em 7,80 m, por
    que não houve mensagem de atualização no mesmo canal, informando a revisão e o
    fato de a enchente não se confirmar? 35. O aplicativo envia aviso automático a
    quem cadastrou cota de imóvel. Quantos usuários com cota entre 7,86 m e 9,00 m
    foram alertados de que seriam atingidos e não o foram? 36. Qual o texto-padrão
    juridicamente aprovado para cell broadcast? O texto de 11/09 passou por revisão
    de comunicação de risco (linguagem clara, incerteza, horário e cota)? 37. Há
    distinção formal, em manual interno, entre aviso meteorológico, previsão
    hidrológica, alerta e alerta extremo? Solicita-se o manual vigente em
    11/09/2026. Impacto no plano de contingência 38. Quais estágios do plano de
    contingência foram acionados com base na previsão de 9,00 m (GRAC, COMDEC,
    abrigos, SAMAE, semáforos, diques e estações de bombeamento, 23º Batalhão de
    Infantaria, 10º BPM, Corpo de Bombeiros, 193 e 199)? 39. Quantos abrigos foram
    abertos, quantas pessoas foram acolhidas e quantas equipes foram convocadas? A
    que horas cada decisão foi tomada? 40. Qual o custo estimado da mobilização
    entre a noite de 11/09 e a manhã de 12/09 (horas extraordinárias, alimentação,
    transporte, energia e comunicação)? 41. Houve retirada preventiva de famílias
    ou de bens públicos e privados em ruas cuja cota está entre 8,00 m e 9,00 m?
    Quantas unidades? 42. As estações de bombeamento e os diques municipais foram
    acionados? Houve pane ou restrição operacional? 43. Os canais 199 e 193
    registraram pico de chamadas após o alerta de 9,00 m? Quantas ligações entre
    20h39 e 06h, em comparação com a média do mesmo horário? 44. O plano de
    contingência vigente é de que ano? Já incorpora o cell broadcast e a cadência
    de dados a cada cinco minutos, ou permanece o desenho anterior à absorção das
    atribuições do CEOPS? Governança após a absorção do CEOPS 45. Desde a extinção
    operacional do CEOPS (2022) e a assunção formal da previsão do rio pela
    Prefeitura (2024), existe auditoria técnica independente das rodadas
    hidrológicas (FURB, ANA, Defesa Civil do Estado ou CEMADEN)? 46. O conhecimento
    transferido pela equipe histórica do CEOPS está documentado em manual
    operacional? Esse manual foi observado na noite de 11/09? 47. Quantos
    meteorologistas e hidrólogos estavam de plantão entre 18h de 11/09 e 08h de
    12/09? Qual a formação específica de cada profissional para previsão de nível
    do rio, e não apenas para previsão de tempo? 48. Há hidrólogo efetivo no quadro
    da Diretoria de Meteorologia, ou a hidrologia é operada apenas por modelo
    automatizado supervisionado por meteorologista? 49. Qual o orçamento de 2026 da
    Diretoria de Meteorologia e do AlertaBlu, discriminado em pessoal, estações,
    software, cell broadcast e manutenção? Houve restrição orçamentária com efeito
    sobre a qualidade da previsão? 50. A FURB permanece como assessoria pontual?
    Foi acionada neste evento? Credibilidade, verificação e correção de rumo 51. A
    Secretaria publicará relatório de verificação deste evento (previsto versus
    observado, causas do viés e lições aprendidas)? Em quantos dias? 52. Qual a
    política institucional para errar para cima versus errar para baixo? O
    Município admite que 1,14 m no canal de alerta extremo extrapola o princípio da
    precaução aceitável? 53. Que medidas concretas serão adotadas para evitar o
    descrédito do próximo alerta extremo na temporada de El Niño (efeito de “falso
    alarme”)? 56. Os indicadores de desempenho do AlertaBlu reportados a órgãos
    federais incluem erro de pico e taxa de alertas extremos não confirmados? Quais
    são os números de 2024, 2025 e 2026 até 12/09? El Niño e a temporada 2026–2027
    57. Qual o plano sazonal da SEDECI para setembro de 2026 até o outono de 2027,
    considerando El Niño de intensidade forte a muito forte e chuva acima da média
    em Santa Catarina, com anomalias potencialmente maiores em outubro e novembro?
    58. A nota climática da própria Defesa Civil de Blumenau sobre o El Niño 2026
    já indicava risco elevado. O protocolo de alerta extremo foi recalibrado para
    uma temporada com múltiplos eventos, ou permanece o mesmo de anos de
    neutralidade? 59. Existem cenários hidrológicos pré-calculados para totais de
    150 mm a 300 mm na bacia em 72 horas, com e sem vertimento das três barragens,
    de modo a evitar a improvisação do número divulgado em cell broadcast? 60. Como
    o Município distinguirá, nos próximos meses, temporal local, enxurrada e
    deslizamento (baixa antecedência) de cheia lenta do Itajaí-Açu (antecedência de
    horas), para não empregar “alerta extremo” indistintamente? 61. A revisão das
    cotas de enchente contratada com a FURB (levantamento com RTK) estará
    disponível ainda na primavera de 2026, para que o aplicativo não alerte
    endereços com cota defasada? 62. Está previsto exercício conjunto com a
    operação estadual das barragens antes de outubro, quando os volumes de chuva
    tendem a aumentar? 63. Qual o dimensionamento de abrigos, geradores, kits e
    pessoal para sequência de cheias — cenário típico de El Niño no Vale do Itajaí
    — e não apenas para evento isolado? 64. A Defesa Civil do Estado e o CEMADEN
    serão integrados formalmente às rodadas de seis horas, com segundo parecer
    técnico antes de cell broadcast que anuncie cota igual ou superior a 8,00 m? Documentos
    que devem acompanhar a resposta 1. Arquivos das rodadas do modelo hidrológico
    (entradas, parâmetros e saídas) das 18h, 20h e 22h de 11/09 e da 00h, 02h, 04h
    e 06h de 12/09/2026. 2. Planilha de níveis horários da Ponte Adolfo Konder e
    das estações de montante, de 00h de 11/09 a 12h de 12/09/2026. 3. Boletins de
    operação das barragens Norte, Sul e Oeste no mesmo intervalo. 4. Ata ou
    registro da reunião de acionamento do plano de contingência na noite de
    11/09/2026. 5. Manual interno de emissão de avisos e alertas vigente em
    11/09/2026. 7. Memória de cálculo do custo da mobilização de 11 e 12/09/2026,
    se houver, ou declaração fundamentada de que o custo não foi apurado.
    Observação: o requerente não discute a legitimidade de agir com prudência diante
    de chuva na bacia do Itajaí. Discute o uso do canal de alerta extremo para
    divulgar, como fato anunciado, uma cota e um horário que o próprio sistema
    municipal corrigiu poucas horas depois, sem replicar a correção no mesmo canal.
    Blumenau construiu, desde o Projeto Crise e o CEOPS, reputação nacional
    precisamente porque o número oficial costumava servir para decidir. Esse
    patrimônio público imaterial também está sob dever de guarda. Nestes termos,
    pede-se o encaminhamento e o integral atendimento. “

     

    VEREADORA Cristiane Loureiro:

    Requerimento Nº 1937/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Quanto à rua Oscar Zabel, bairro progresso: Quais providências foram tomadas para
    garantir a segurança dos moradores e a continuidade do acesso às suas
    residências? Já foi realizada alguma vistoria técnica? Se não foi, solicita-se
    urgência, considerando o atual momento de constante volume de chuvas na região.
    Há viabilidade em ser realizada vistoria técnica com urgência, no local, para
    avaliar o as rachaduras no morro? Já foi realizado estudo técnico indicado para
    obras de contenção, drenagem, estabilização do terreno e recuperação da via?
    Justificativa: segundo moradores, que residem há mais de 40 anos no local, a
    situação piorou a partir de 2008 e, no momento, cerca de 6 famílias enfrentam
    dificuldade para acessarem suas residências. A atual situação do morro não
    permite o acesso de carro, havendo a necessidade de medidas urgentes frente às
    rachaduras e instabilidades do morro, com o risco de deslizamento, o que
    aumenta o temor dos moradores. A situação é especialmente preocupante porque
    famílias dependem desse acesso que, em períodos de chuva, ficam sem condições
    de acesso. Ressalta-se que a situação já foi objeto de registros junto ao
    Município, conforme os protocolos nº 2026/1811 e nº 2026/20648, sendo
    necessária, diante do agravamento das condições do local, uma atuação urgente.
    “

     

    Requerimento Nº 1936/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação: Em
    relação à manutenção de marquises na rua XV de Novembro, existe levantamento do
    número existente? Há um cadastro específico no município ou exigência de laudo?
    No último ano (2025) até o momento foi realizada ação de
    fiscalização/orientação? Houve emissão de notificações? Foram realizadas
    interdições? Existem registros de acidentes envolvendo queda de revestimentos
    ou parte de marquises? Justificativa: o presente pedido visa atender
    preocupação de munícipes quanto ao risco de quedas de revestimentos ou parte de
    marquises, em especial na rua XV de Novembro, considerando o estado em que
    muitas se encontram. A fiscalização e a manutenção das marquises são medidas
    importantes para garantir a segurança dos pedestres e contribuir para a
    preservação dos imóveis e do espaço urbano. ”

     

    VEREADOR Diego Nasato:

    Requerimento Nº 1947/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Sobre a Rede Elétrica: Face aos defeitos elétricos persistentes, cujas
    intervenções realizadas em março não resolveram o problema, requer-se o envio
    de todos os projetos elétricos atualizados da unidade escolar, bem como o
    respetivo Termo de Responsabilidade Técnica dos profissionais envolvidos. Qual
    é o atual dimensionamento dos disjuntores da escola e qual é o consumo médio
    mensal de energia elétrica (em kWh)? Requer-se a apresentação de uma avaliação
    técnica oficial que responda de forma conclusiva: a atual rede elétrica da
    escola encontra-se subdimensionada para a carga exigida pelos equipamentos lá
    instalados? Sobre a Drenagem: 4. A secretaria responsável já realizou vistorias
    no local para avaliar a falha na drenagem que está a afetar e a comprometer a
    estrutura da arquibancada. Qual foi o parecer técnico emitido após essa visita
    e qual é o cronograma para a execução da obra definitiva de correção deste
    problema? Justificativa: a EBM Leoberto Leal necessita de intervenções técnicas
    urgentes. As falhas na drenagem estão causando impactos estruturais diretos na
    arquibancada, colocando em risco a segurança dos alunos. Adicionalmente, os
    problemas elétricos são crónicos. As reparações paliativas feitas em março
    foram insuficientes, havendo fortes indícios de que a rede está subdimensionada
    para o consumo do colégio. É imprescindível que o Poder Executivo apresente os
    projetos elétricos e garanta que o dimensionamento dos disjuntores é seguro,
    evitando riscos de curto-circuito ou incêndio na unidade. “

     

    Requerimento Nº 1959/2026, ” providências ao Executivo Municipal/Secretário
    da Defesa Civil para que, na forma e dentro do prazo legal, responda ao
    seguinte pedido de informação: 1. Qual é o valor total e exato dos recursos
    financeiros efetivamente depositados pelo Governo do Estado de Santa Catarina
    (através da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil) nas contas do
    Município de Blumenau entre os anos de 2021 e 2026? Requer-se a apresentação de
    uma planilha detalhando os valores recebidos ano a ano. 2. Considerando os
    diversos anúncios midiáticos e cerimônias políticas realizados ao longo dos
    últimos anos prometendo repasses milionários da Defesa Civil Estadual para
    Blumenau, solicita-se um comparativo técnico: quanto foi publicamente anunciado
    pelo Estado versus quanto de fato entrou no caixa do Município? 3. Em relação
    aos convênios e promessas que não se concretizaram (recursos anunciados, mas
    não repassados), qual é o montante atual desse déficit e qual a justificativa
    técnica ou política apresentada pelo Governo do Estado para a retenção destes
    valores? 4. Do montante histórico que efetivamente ingressou nos cofres
    municipais nos últimos anos, quais foram as obras (muros de contenção,
    macrodrenagem, desassoreamento) e compras de equipamentos que já foram
    concluídas e entregues à população? Requer-se a relação detalhada com o custo
    de cada intervenção. 5. Existem, neste momento, recursos estaduais carimbados
    para a Defesa Civil que estão parados nas contas da Prefeitura por falta de
    projeto, atraso em licitação ou ineficiência burocrática? Se sim, qual é o
    valor imobilizado e a quais obras ele se destina? 6. Requer-se o envio de cópia
    dos relatórios de prestação de contas encaminhados ao Governo do Estado
    referentes aos recursos de Defesa Civil executados nos últimos 5 (cinco) anos.
    Justificativa: a presente solicitação, em caráter de urgência, tem como
    objetivo passar a limpo a real situação dos investimentos estaduais em
    prevenção de desastres na cidade de Blumenau. Ao longo dos últimos anos, a
    população blumenauense tem assistido a uma série de coletivas de imprensa,
    visitas de autoridades estaduais e anúncios políticos prometendo injeções de
    milhões de reais através da Defesa Civil de Santa Catarina para a nossa cidade.
    No entanto, diante da vulnerabilidade climática constante do município e da
    lentidão visível na execução de obras estruturantes de contenção e
    macrodrenagem, a percepção pública é de que o volume de obras entregues não
    condiz com a magnitude dos recursos alardeados. O papel do Poder Legislativo é
    fiscalizar o erário de forma incisiva. Precisamos separar o que foi mero
    “marketing político” do que se transformou em dinheiro real na conta
    da Prefeitura. Mais importante ainda é garantir que os recursos que
    efetivamente chegaram não estejam paralisados por ineficiência administrativa,
    licitações desertas ou projetos mal elaborados. A segurança da população de
    Blumenau não pode ficar refém de promessas não cumpridas ou de burocracia,
    exigindo-se total transparência sobre cada centavo anunciado para a Defesa
    Civil nos últimos anos.”

     

    Requerimento Nº 1960/2026, “a convocação do Secretário Municipal de Defesa
    Civil de Blumenau, Carlos Menestrina, para comparecer a esta Casa Legislativa,
    na próxima sessão ordinária, a fim de prestar esclarecimentos sobre os recursos
    destinados pelo Governo do Estado para ações da Defesa Civil no município, em
    especial sobre a efetiva aplicação dos valores anunciados para o Programa Rio
    Seguro e o Canal Extravasor da Fortaleza.”

     

    VEREADOR Gilson de Souza:

    Requerimento Nº 1926/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Considerando relatos de acidentes de trânsito recentes na rotatória da Rua
    Bahia, nas proximidades da Floricultura Paraíso, no bairro Salto; Considerando
    a necessidade de adoção de medidas que contribuam para a redução da velocidade
    dos veículos durante a aproximação da referida rotatória: Há possibilidade de
    implantação de linhas de estímulo à redução de velocidade (LERV) nas
    aproximações da rotatória da Rua Bahia, próximo à Floricultura Paraíso? Em caso
    positivo, qual a previsão para implantação da medida? Em caso negativo, quais
    medidas de engenharia de tráfego podem ser adotadas no local para reduzir a
    velocidade de aproximação dos veículos e aumentar a segurança viária?”

     

    Requerimento Nº 1933/2026, “providências ao Executivo Municipal para que, na
    forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Considerando os relatos de preocupação com a segurança de trabalhadores,
    comerciantes e demais frequentadores, especialmente após o encerramento das
    atividades comerciais, bem como situações que estariam comprometendo a adequada
    utilização dos espaços comuns e sanitários; Considerando ainda que o documento
    apresentado solicita, entre outras medidas, reforço da presença de agentes de
    segurança, melhoria da iluminação, instalação ou ampliação do sistema de
    videomonitoramento, realização de rondas periódicas e adoção de providências
    voltadas às pessoas em situação de rua que utilizam o local como abrigo; O
    Município tem conhecimento das situações relatadas pelos feirantes,
    comerciantes e frequentadores da Feira Livre da Rua Humberto de Campos? Em caso
    positivo, quais ocorrências ou demandas já foram registradas e quais
    providências foram adotadas? Existe possibilidade de reforçar a presença de
    agentes municipais competentes e de articular, junto às forças de segurança
    pública, a realização de rondas periódicas no entorno e nas dependências da
    Feira Livre, especialmente nos horários considerados mais críticos? O sistema de
    iluminação atualmente existente no espaço da Feira Livre e em seus arredores é
    considerado suficiente para proporcionar condições adequadas de segurança? Em
    caso negativo, há possibilidade de reforço, substituição ou instalação de novos
    pontos de iluminação? Quantas câmeras de videomonitoramento existem atualmente
    no espaço da Feira Livre e em seu entorno? Todas estão em pleno funcionamento?
    Há possibilidade de instalação de novas câmeras ou ampliação do sistema de
    videomonitoramento, especialmente nos acessos, áreas de circulação,
    estacionamento e demais pontos considerados vulneráveis? O Município tem
    conhecimento dos relatos relacionados às condições dos banheiros após sua
    utilização durante o período noturno? Em caso positivo, quais medidas podem ser
    adotadas para garantir condições adequadas de higiene, conservação e utilização
    pelos trabalhadores e frequentadores da Feira Livre? O Município pretende
    realizar reunião ou visita técnica conjunta com representantes da Associação
    dos Feirantes, órgãos de segurança, assistência social e demais setores
    competentes, a fim de avaliar as demandas apresentadas e estabelecer um plano
    de ação para o local? Quais providências concretas serão adotadas pelo
    Executivo Municipal para ampliar a segurança noturna da Feira Livre, e quais os
    respectivos prazos para implementação? ”

     

    Requerimento Nº 1948/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Considerando que o trecho da Rua São Sebastião, no bairro Itoupava Norte,
    localizado sob o viaduto da Via Expressa, apresenta problemas recorrentes de
    alagamento, prejudicando e, em determinadas situações, inviabilizando a
    passagem de veículos; Considerando que, em resposta encaminhada pelo Poder Executivo
    em 2023, foi reconhecida a necessidade de realização de estudos para melhoria
    da drenagem no local, com eventual elaboração de projeto de adequação ou
    implantação de tubulação de drenagem urbana; Considerando que, passados mais de
    três anos, o problema ainda persiste:: Foram realizados os estudos de drenagem
    mencionados na resposta encaminhada em 2023? Em caso positivo, encaminhar os
    respectivos resultados e projetos. Existe atualmente projeto para solucionar os
    alagamentos no trecho da Rua São Sebastião sob a Via Expressa? Em caso
    positivo, qual a solução prevista e o cronograma para execução? Caso ainda não
    exista projeto, há possibilidade de priorizar sua elaboração e execução,
    considerando a recorrência do problema e o tempo transcorrido desde a primeira
    avaliação técnica? Enquanto não houver solução definitiva, quais medidas
    paliativas podem ser adotadas para melhorar o escoamento da água e garantir
    maior segurança aos usuários da via? ”

     

    Requerimento Nº 1939/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Considerando as obras de reforma e ampliação da Ponte Santa Catarina, inseridas
    no projeto de reurbanização da Rua 2 de Setembro, na região da Itoupava Norte;
    Considerando os impactos provocados pela execução da obra sobre a mobilidade da
    região e a necessidade de acompanhamento de seu cronograma: Qual é o percentual
    atualizado de execução física das obras da Ponte Santa Catarina? Qual é a
    situação atual do contrato responsável pela execução da obra, considerando as
    dificuldades anteriormente verificadas na continuidade dos serviços? O
    cronograma originalmente estabelecido permanece vigente? Em caso negativo,
    encaminhar o cronograma atualizado e informar os motivos das alterações. Qual é
    a previsão atual para conclusão e liberação integral da Ponte Santa Catarina?
    Há serviços atualmente paralisados, atrasados ou pendentes de definição
    contratual? Em caso positivo, especificar quais e informar as providências
    adotadas para garantir a continuidade da obra. ”

     

    Requerimento Nº 1938/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Considerando as condições do pavimento da Rua São João, no bairro Itoupava
    Norte, objeto de demandas de moradores por melhorias; Considerando a existência
    da Concorrência nº 11/2025, destinada à execução da obra de infraestrutura para
    revitalização do pavimento da Rua São João – Trecho I: Qual é a situação atual
    do processo referente à revitalização do pavimento da Rua São João – Trecho I?
    A empresa responsável pela execução da obra já foi contratada? Em caso
    positivo, informar a empresa, o valor contratado, a data da assinatura do
    contrato e encaminhar cópia do respectivo instrumento. Qual é a extensão e a
    localização exata do Trecho I contemplado pela obra? Qual é a previsão para
    início e conclusão dos serviços? Existe projeto ou planejamento para a
    revitalização dos demais trechos da Rua São João que não estejam contemplados
    nesta contratação? Em caso positivo, informar quais trechos e a previsão para
    execução. ”

     

    VEREADORA Silmara Silva Miguel:

    Requerimento Nº 1941/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Há, por parte da SMTT, previsão para extensão de rota e horários do itinerário
    da linha de ônibus 707 (Concórdia)? Este atualmente não atende integralmente a
    comunidade localizada na região da Velha, especialmente pelos horários
    limitados na parte da manhã. Há, por parte dessa Secretaria, algum estudo ou
    projeto em andamento voltado para a ampliação do atendimento/horários a mais da
    linha 707 (Concórdia), ou outro meio de transporte público como micro ônibus
    que contemple os moradores da área mencionada, tendo em vista a dificuldade?
    Justificativa: atualmente, o trajeto da referida linha deixa uma parte
    significativa da população local sem acesso ao transporte público por falta de
    horário em entrada e saída da escola/creche (EBM Bilíngue Prof.ª Helena Martha
    Natalia Winckler), prejudicando também trabalhadores, estudantes e demais
    cidadãos que dependem do serviço para deslocamento até a escola. A extensão
    solicitada visa garantir o direito básico de mobilidade urbana, além de garantir
    maior comodidade e segurança para as pessoas que acessam o local. Importante
    ressaltar que uma boa parte da população tem que caminhar para chegar a
    escola/creche. Diante do exposto, requeiro que seja avaliada a possibilidade
    técnica e operacional de estender o percurso da linha 707 colocando mais
    horários entre as 7h30 e 8h00 onde é entrada das crianças e trabalhadores da
    comunidade, de modo a contemplar essa parcela da população que hoje encontra-se
    desassistida. Pedimos a atenção do órgão responsável a essa questão. “

     

    Requerimento Nº 1940/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Existe algum estudo de viabilidade para a implantação de redutor de velocidade,
    instalação semafórica ou outro dispositivo de segurança viária que contribua
    para reduzir o fluxo intenso de veículos e a alta velocidade na Rua Theodor
    Kleine, a partir do nº 1515, após a empresa Plastpet, seguindo até o início da
    Rua José Jansen, no bairro Fortaleza Alta, considerando que se trata de uma
    área residencial? Se existe algum planejamento, quando será realizado?
    Justificativa: moradores entraram em contato solicitando urgência na análise da
    demanda acima, tendo em vista o registro de diversos óbitos na região. A
    situação é motivo de grande preocupação, considerando que a via apresenta
    intenso fluxo de veículos, muitos dos quais trafegam em alta velocidade,
    especialmente nos horários de pico. A Rua Theodor Kleine é utilizada como rota
    frequente de passagem por diversos motoristas, tanto no sentido centro/bairro
    quanto bairro/centro. O excesso de velocidade, associado ao elevado fluxo de
    veículos, aumenta os riscos de acidentes e compromete a segurança de pedestres,
    ciclistas e dos próprios condutores que utilizam a via. Diante desse cenário,
    torna-se necessária uma avaliação técnica mais criteriosa das condições de
    segurança viária do local, a fim de verificar a adoção de medidas que possam
    contribuir para a redução da velocidade dos veículos e proporcionar maior
    segurança à população. Obs.: imagens anexas. “

     

    Requerimento Nº 1943/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação:
    Existe um estudo de viabilidade para a implementação de uma escada ao lado do
    Viaduto da Via Expressa, ao lado da casa da Rua Fritz Koegler, 247? Se a
    resposta for positiva, quando será colocado em prática? Justificativa:
    moradores entraram em contato com o gabinete para que seja instalada uma
    passagem no local citado acima, pois as pessoas que passam por ali correm risco
    de queda. Por essa razão, pensaram em construir uma escada e vieram ao gabinete
    pedir ajuda, a fim de garantir que nada aconteça de grave com os moradores que
    passam no local. “

     

    Requerimento Nº 1942/2026, “providências ao Executivo Municipal para que,
    na forma e dentro do prazo legal, responda ao seguinte pedido de informação: O
    órgão responsável tem conhecimento da situação atual do ribeirão localizado na
    Rua Alex Borchardt, próximo ao número 1002? Existe previsão para realização de
    vistoria técnica e limpeza no local para avaliar as condições do ribeirão? Há
    programação ou cronograma para execução da limpeza, retirada de entulhos,
    remoção de excesso de vegetação e desobstrução do curso d’água? Em caso positivo,
    qual a previsão para realização do serviço? Obs.: considerando relatos de
    moradores do endereço acima mencionado, a existência de problemas no ribeirão,
    como acúmulo de sujeira, areia, excesso de vegetação e presença de entulhos,
    fatores que podem prejudicar o fluxo normal da água e aumentar os riscos de
    alagamentos em períodos de chuva intensa. A obstrução do curso d’água pode
    comprometer o escoamento das águas pluviais, trazendo preocupação aos moradores
    da região quanto à segurança e possíveis transtornos causados por enchentes.
    Diante do exposto, solicitamos informações e providências do órgão responsável,
    visando garantir a limpeza, manutenção e segurança do local. ” 

    Fonte: Assessoria de Imprensa CMB |

    Fotos: Rogério Pires | Imprensa CMB

    Veja também

    Os textos dos projetos e proposições constantes na pauta da sessão ordinária e como votou cada vereador

    O vídeo da sessão ordinária

    O álbum de fotos da sessão